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Plebiscito Popular pelo Limite da Terra. Participe também! NOVIDADE FESTA JUNINA ECONOMIA SOLIDÁRIA
BOLETIM INFORMATIVO DAS IRMÃS OBLATAS - PROVÍNCIA N. SRA. APARECIDA
ANO V - 131 DIÇÃO - 08/07/10
Articulado pelo Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo (FNRA), o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra vai consultar a população brasileira sobre o tema entre os dias 01 e 07 de setembro, na Semana da Pátria, paralelamente ao Grito dos Excluídos. Esta é uma campanha pelo direito à terra e à soberania alimentar. É no compromisso com esta causa que o Instituto das Irmãs Oblatas vem somar forças, numa grande rede com os movimentos sociais assumindo esta luta. A Pastoral da Mulher de Juazeiro, representada por Carlene e o Projeto Força Feminina representado por Louraine e Fernanda Priscila participaram, em junho, do encontro de articulação que aconteceu em Feira de Santana. Conheça a Cartilha do Plebiscito Popular pelo Limite da Terra, disponível no site www.limitedaterra.org.br. Faça o download da Cartilha, se informe, converse com os vizinhos, leve para os grupos do qual faz parte. Vamos articular e somar forças nesta luta
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Grupo Girassol agora tem também um blog!
O Girassol, grupo de economia solidária da Pastoral da Mulher de Juazeiro, acaba de lançar o blog para divulgar seus trabalhos e colaborar na popularização de um modelo de economia mais humano e mais solidário. Acesse e conheça: http://giraecosol.blogspot.com
Arraial na Pastoral da Mulher de JuazeiroRES
O mês de junho é caracterizado por danças, comidas típicas, bandeirinhas, além das peculiaridades de cada região. É a festa junina, que se inicia no dia 12 de junho, véspera do Dia de Santo Antônio e encerra no dia 29, dia de São Pedro. Durante os festejos acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos caipiras. A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. O lugar onde ocorrem os festejos juninos é chamado de arraial, um espaço ao ar livre, cercado ou não, e onde há barracas ou um galpão adaptado para a festa. Este ano o arraial da Pastoral aconteceu no dia 22 de junho na sede do Projeto, contando com a participação de 22 mulheres atendidas, suas famílias e a equipe da Pastoral. A festa foi animada pelo cantor Uberlan Miranda e pelo sanfoneiro. Na ocasião da festa, @s participantes puderam provar das delícias produzidas pelo Grupo Girassol: licor, canjica, bolo de milho e pipoca. Leia
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Um pequeno panorama da Ecosol na Bahia
Na II Conferência Estadual de Ecosol, que ocorreu entre 3 e 5 de maio, em Salvador, foi apontado o crescimento das ações de Ecosol na Bahia. Entre 2005 e 2006 foram mapeados no estado cerca de 1.600 empreendimentos, segundo o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego). O estado é considerado o 3ª lugar em número de empreendimentos, ficando atrás apenas do Rio Grande do Sul e São Paulo. Em âmbito nacional são 21.859 empreendimentos de Ecosol, com 1,7 milhões de participantes. Mas, apesar dos avanços, é importante considerar que ainda existem muitas lutas. Exemplo disso é que todos os envolvidos na Ecosol no estado da Bahia reconhecem a necessidade de ampliar crédito para os empreendimentos deste gênero por verem que as grandes empresas ainda ficam com a maior parte dos recursos. Outra constatação é que muitos grupos têm surgido pela necessidade e não pela oportunidade, reforçando a idéia de que economia solidária é política voltada para desempregado, não sendo reconhecida como um novo modelo econômico de desenvolvimento do país
Confira a íntegra do artigo de Joice Oliveira no site.
DICA DE LEITURA
O manual "Cidadania, Direitos Humanos e Tráfico de Pessoas"
está disponível para download na internet
O Manual Promotoras Legais Populares "Cidadania, Direitos Humanos e Tráfico de Pessoas" foi lançado dentro da programação da Semana de Gênero e Direito, ocorrida em Brasília. O objetivo da publicação é inserir o tema Tráfico de Seres Humanos nos cursos de capacitação para promotoras populares, para que elas possam identificar possíveis vítimas deste crime. Adriana Miranda, pesquisadora do Núcleo de Estudos para Paz e Direitos Humanos, da Universidade de Brasília (UnB) e uma das autoras do Manual, disse que o material foi produzido para suprir a falta de conhecimento sobre o tema tráfico de pessoas, observado nos cursos direcionados às promotoras legais populares. "A expectativa é que com o Manual, as mulheres sejam capazes de identificar uma situação de tráfico, saibam identificar a vítima, orientar e encaminhar a denúncia para os órgãos competentes", pontuou.
- Leia mais sobre o manual .